O tratamento endodôntico pode ser usado mais de uma vez e nem sempre resulta em dentes escurecidos.

Também conhecido como tratamento de canal, trata-se da remoção do chamado tecido mole, que se encontra na parte mais interna do dente, também conhecida como polpa ou nervo – substituída por material obturador.

Existem dois casos bem específicos para o tratamento de canal: com a polpa viva e morta. No primeiro, os incômodos são latejantes e o paciente dificilmente consegue indicar exatamente o ponto da dor. No segundo, por outro lado, a dor é bem localizada.

A duração do tratamento vai depender das condições às quais se encontra o dente. No caso da polpa viva e com inflamações menores, uma ou duas sessões são suficientes. O número de visitas ao dentista aumenta conforme o grau de comprometimento da inflamação e no caso da polpa morta.

Recomenda-se que, assim que sentir o incômodo, o paciente procure o profissional para evitar problemas mais graves. Normalmente, os problemas de canal evoluem para dores intensas, inchaço e febre, sendo que, a partir de determinado momento, a única solução pode ser a extração do dente.

A cirurgia é indolor em função da anestesia e, nos casos de polpa mortificada, ela pode nem ser necessária. O pós-operatório também costuma transcorrer de forma tranquila se o paciente seguir as orientações do profissional, com o repouso necessário e aplicando analgésicos seguindo a indicação.

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